Como beijar uma garota no ensino médio

Lembre-se que a maioria dos rapazes no ensino médio estão nervosos sobre como falar com as meninas. No caso de você manter a calma e dizer um oi como ele não é grande coisa. 6) Escolha um bom tema para arrumar uma namorada Em Middle School. Escolha um bom tema para conversar conseguir uma namorada no ensino médio. Ela ocupa um lugar especial no relacionamento. Afinal, com a ajuda de um beijo, você pode contar muito para o seu parceiro. E como você pode não amar beijar? De fato, durante essa carícia, os sentimentos literalmente sobrecarregam você. Parece que um beijo é tão comum e banal, mas, pensando bem, muitas questões surgem. Como beijar sua ... Como pedir a um menino para dançar e convencê-lo a beijar (ensino médio). Você já viu isso muitas vezes nos filmes, a garota sentada em um canto bebendo um copo de ponche, o garoto bonito se aproximando dela e pedindo para ela ... Como Beijar no Ensino Médio. O ensino médio é a época na qual os meninos e as meninas realmente começam a se misturar e experimentar as primeiras paixonites, por mais inocentes que elas sejam. Com o surgimento desses novos sentimentos, cheg... Quando estão no ensino médio, as meninas costumam formar uma panelinha em volta da garota mais confiante da sala ou escola. Use esse conhecimento a seu favor e peça para ela fazer algumas coisinhas para você, como pegar um livro na biblioteca. Vá mostrando mais confiança aos poucos. Como Beijar uma Garota no Cinema (no Ensino Médio). Embora beijar no cinema possa não ser a coisa mais romântica do mundo, quando você é um cara no ensino médio, às vezes, o cinema pode ser sua melhor chance de roubar um beijo. Mas, se... É uma coisa horrível olhar para trás e imaginar o que poderia ter sido, então se você tiver uma queda, peça para ela sair! Para resumir: Você quer uma namorada? Isso é realmente dependente da sua maturidade e do que você quer do ensino médio. Você tem tempo. Você faz. Eu mantive um 3,9 GPA no ensino médio, muitos CEs, e ainda tinha ...

A Odisséia da minha vida sexual (até agora)

2020.08.23 00:19 johnmarston1997 A Odisséia da minha vida sexual (até agora)

Não tenho um motivo pra claro pra escrever este desabafo, além de querer que outras pessoas aprendam com meus erros, e talvez não se sintam tão ruins sabendo que os problemas que elas enfrentam, muitas outras enfrentam também.
Pra começar, desde criança, sempre ouvi que eu era bonito. Tenho olhos azuis, cabelo liso, mas essa bajulação acabou me fazendo mal como vou mostrar mais adiante.
Passei o ensino médio inteiro sem pegar ninguém. Naquela época tinha acabado de virar metaleiro e meu cabelo tava quase na cintura, além do mais não fazia ideia de como chegar em alguém. Teve uma vez que eu cheguei a falar pra uma menina olho no olho que eu gostava dela, sendo que nós nem éramos tão próximos, só que obviamente ela disse não (afinal, o que mais ela poderia ter feito diante de uma abordagem tosca dessa ?).
Enfim, dae fui pra faculdade ainda bv, com 18 anos. Fui fazer o curso de engenharia eletrônica numa federal e até aquele momento as pessoas diziam "é assim mesmo, as coisas vão mudar quando você entrar na faculdade". E de fato, esse pensamento cômodo de que" você é bonito, não precisa se preocupar" me atrasou muito. Nada cai do céu, jovens, nunca se esqueçam disso. Enfim, fui pra algumas calouradas com alguns amigos, e finalmente perdi o bv. Uma menina simplesmente me agarrou e começou a me beijar. Não era nenhuma modelo, mas pra quem tava começando ja tava ótimo. Porém, eu, tabacudo como eu era, não peguei o número dela, e ficou por isso mesmo.
Porém, logo o logo o curso começou a apertar de verdade, e eu não tinha tempo pra mais nada além de estudar. Então passei dois anos sem dar um beijo sequer, sem marcar um encontro, nada.sem falar que ainda era virgem. Meu pai àquela altura já estava começando a achar que eu era gay, então me deu dinheiro e disse pra eu ir contratar uma prostituta. Fiz isso, e apesar de ter perdido a virgindade, o negocio foi uma merda. Nem fez tanta diferença assim no final das contas. O sexo foi completamente desajeitado. Até que com 21 anos, uma menina praticamente caiu do céu no meu colo. Tava no restaurante universitário, tinha acabado de sentar com o meu jantar e a menina da minha frente simplesmente falou comigo dizendo que queria me pegar kkkkk além do mais era razoavelmente bonita, então dessa vez aprendi com os meus erros e peguei o numero dela. Marcamos de jantar e depois consegui convencer ela a ir num motel e finalmente perdi REALMENTE a virgindade com 21 fucking anos.
A partir daí, meu objetivo passou a ser conquistar garotas sem depender da sorte de uma delas simplesmente cair do céu no meu colo. Comecei a usar o tinder pesadamente, e descolei várias transas assim, porém logo percebi que a desvantagem do tinder é que as garotas mais atraentes não o usam, pois não precisam. Dessa forma, você fica restrito às garotas feias ou medianas.
A princípio, isso pra mim não era problema. Tava na minha fase de urubu, pegava qualquer uma que me desse mole.Pegava até mulheres de 40 anos. Só o sexo era importante pra mim nessa época . Mas logo logo fui enjoando. Fui querendo ter algo a mais, comecei a desejar algo que até então nunca tinha tido: um relacionamento. Até agora todos os relacionamentos que eu tinha eram casuais, visando apenas o sexo. Não tinha vontade de namorar nenhuma das mulheres com as quais eu transava.
E assim, percebi que tinha que mudar minha estratégia. Comecei a perceber que pqra arranjar alguém que eu realmente gostasse, precisaria aprender a conquistar alguém ao vivo e a cores, e não por um aplicativo. Isso era algo que eu não sabia fazer( e eu ja tinha 23 anos), mas tinha que aprender urgentemente. Vi todos os vídeos de YouTube possíveis sobre o assunto, e começei a abordar mulheres em baladas e festas, a princípio sem muito sucesso.
As coisas realmente mudaram no Carnaval deste ano. Fui com alguns amigos meus e consegui aprender algumas coisas sobre abordagens. Ao longo do Carnaval, devo ter beijado umas 12 meninas ao todo, sendo que 2 delas resolvi pegar o contato pra depois. A partir de então, finalmente consegui sentir um pouco de confiança em mim mesmo em relação às minhas habilidades Porém, logo, logo, veio a pandemia, e desde março não tenho um encontro, um beijo, nada. E provavelmente vai ser assim pro resto do ano.
Enfim, quis fazer isso pra mostrar que se relacionar não é algo fácil pra muita gente. Pra mim certamente não foi. A sensação que eu tenho é que eu tive que aprender coisas que a maioria das pessoas já naturalmente sabem. Até os 22 anos, não fazia ideia de como pegar alguem. Hoje,não sou nenhum Casanova mas pelo menos tenho uma ideia melhor do que eu devo, ou não devo fazer. Mas no final das contas ainda não arranjei uma namorada depois de tudo isso hahahahahah
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2020.08.12 23:57 FoffieBunny Minha primeira vez foi em um menage e isso me atormenta

Ola amiguinhos, venho trazer um desabafo de algo que aconteceu na minha vida que muitas vezes me atormenta.

Sou mulher, tinha 16 anos e naquela época já me considerava bissexual, porem nunca tinha feito nada alem de trocar uns beijinhos.
Conheci uma garota, 2 anos mais velha do que eu, que fazia cursinho na mesma escola onde cursava meu ensino médio, ela era bem extrovertida e tinha um estilo alternativo que me chamou a atenção logo de cara. Eu sou bem tímida, mas acabamos ficando amigas e ela sempre ficava dando umas indiretinhas, ate que a gente ficou um dia e ela insistiu de assumirmos um namoro, eu me senti rendida e não soube dizer não, por mais que tivesse sido legal o momento e gostava bastante dela, não era esse tipo de relacionamento que gostaria, mas acabei aceitando com medo de perder a amizade. Ficamos nesse "namorinho" escondido por uns dois meses e a cada dia eu ficava mais desinteressada. Inclusive era evidente pra ela que eu já não tava mais curtindo

Minha ex namorada tinha um amigo que também era do cursinho, ele era praticamente o oposto dela, um pouco introvertido e não era louco da cabeça. Eu gostava muito da companhia dele e o principal motivo da gente sair, na maioria das vezes, é porque sabia que ele estaria também. Não preciso dizer que eu acabei gostando dele e fiquei deixando minha amiga/namorada de lado, o que acabou deixando ela furiosa e terminando nossa relação.

No outro dia já estava marcando com o garoto de sair só nos dois, o que pra minha surpresa, ele aceitou. Saímos e ficamos, por quase duas semanas, eu estava louca pra namorar, estava tão apaixonada que so compartilhava casalzinho no meu tumblr.

Minha ex descobriu que estávamos saindo e foi tirar satisfação comigo, na hora pensei que iria falar poucas e boas, já que os dois eram tipo melhores amigos, mas ela disse que sabia desde o começo que eu gostava dele e que isso não era problema, que poderíamos continuar ficando e ter o nosso namoro. Como já havia dito, eu não tinha muito coragem pra tomar decisão e ela era uma amizade que realmente importava muito pra mim, então acabei aceitando novamente.

Um belo dia, quando nos 3 resolvemos matar as aulas da tarde, fomos pra casa da minha ex porque os pais dela não estavam lá esse horário. Ficamos conversando e vendo filme, ate que os dois pegam uns trocadinhos e vão no supermercado comprar uma garrafa de catuaba, eu apoiei a ideia, já tinha tomado vinho e gostei. Começamos a beber e ficar mais soltinhos, eu e minha ex começamos a nos pegar de um jeito mais envolvente e mesmo sabendo que o garoto estava ali eu estava super a vontade. Não demorou muito pra ele vim me beijar também e como nesse momento eu e minha ex ja estávamos quase peladas, fiquei sem um pouco sem reação porque era minha primeira vez. Mas pra minha surpresa, no meio dessa pegação, minha ex começou a beijar ele e fazer as preliminares. Ela era mais experiente, então nesse momento fiquei de lado vendo os dois, pensei que iria sentir ciumes mas eu realmente gostava dos dois e toda essa situação tinha me deixado com muito tesão, talvez fosse a catuaba kkk

Eles viram que eu tinha ficava meio parada e perguntaram se tava tudo bem, disse que ainda era virgem e eles ficaram me dando toda atenção. Enfim, acabou acontecendo e pra minha primeira vez achei uma boa experiencia comparada com outras historias que já ouvi de algumas amigas. Mas sempre que eu conto a circunstancia que perdi minha virgindade todos ficam horrorizados, ja inclusive tive um termino de relacionamento quando meu ex descobriu isso. Ainda exigiu que so não iriamos terminar se fizesse um menage com ele tambem.

Foi minha unica experiencia com menage e foi algo natural, mas todos que escutam (não so por mim) tem uma visão de como se eu fosse uma vagabunda.
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2020.05.31 10:34 o_arrombado_da_3b Meus "colegas" de sala não foram com a minha cara e decidiram me f#der

Criei essa conta só pra postar isso pois caso esse post receba atenção eu não quero meu nick estampado nele
[AVISO DE POST LONGO]
Acho melhor eu contextualizar vocês um pouco antes de ir direto pra história
Tenho 17 anos, estou no terceiro ano do ensino médio. Sou uma pessoa extremamente tímida e antisocial tenho problemas para me comunicar e fazer amigos -tanto que tenho apenas dois que estão comigo a uns 5 anos- porém no fim de 2019 me mudei de uma cidade relativamente pequena (200mil habitantes) pra ir morar com meu pai na capital pois meu relacionamento com a minha mãe era algo que tava me fodendo psicológicamente e eu não prefiro nem lembrar.
Agora vamos para a parte que importa
(Começo do ano) Como disse já estou no meu ultimo ano escolar, depois de 11 anos na mesma escola simplesmente mudar do nada não foi uma experiencia muito agradavel, boa parte devido ao fato de que jovens são meio arrombados e também por que eu não me encaixo em nenhum grupo (nunca consegui me encaixar em nenhum na escola antiga também mas isso nunca me incomodou) e a maioria ja estava "fechado" com pessoas que já se conheciam previamente. Então eu pretendia passar mais um ano da minha sem me relacionar com ninguém e depois só seguir a vida.
(Fevereiro - Março 2020) Algumas semanas de aula se passam e tudo está ótimo; eu não enchi o saco de ninguém e ninguém encheu o meu, até que chega um rapaz pedindo meu número pra me colocar no grupo da sala, obviamente aceitei porque grupos de sala são extremamente úteis pois sempre tem os herois que mandam exercícios trabalhos e etc. . (Vale citar que que algum tempo atrás ele tava passando de mesa em mesa coletando número de todos da sala mas passou direto por mim, não liguei muito por que pelo menos no grupo da sala eu ia estar já que no ultimo ano eu passei meu número pro cara que era adm do grupo e ele cagou e nunca me adicionou)
Dois dias depois estou eu no meu canto mechendo no meu celular lendo um livro e cuidando da minha vida quando chega uma menina falando comigo, ela tava agindo um pouco estranho e percebendo isso eu olho pra trás dela e tem o grupo de amigos dela (que por acaso tem o mesmo rapaz) e vejo que todos estão dando risada. "Qual é o seu nome?" ela perguntou. "⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀" eu respondi. Então ela diz que me achou bonito com um sorrizo irônico no rosto (nem que tivesse com a cara mais séria do mundo eu acreditaria) e também diz que queria me dar um abraço. Eu olho pros amigos dela e eles tão rachando o bico como se fosse a coisa mais engraçada do mundo. Nessa hora eu estava extremamente desconfortável (não me leve a mal mas eu já não gosto muito de contato físico, muito menos com uma pessoa que eu nunca vi na vida) eu tento negar educadamente e me afastar da garota quando ela me abraça e tenta me beijar, Nessa hora eu levanto da minha cadeira bem rápido pra me afastar e digo de forma bem clara pra garota me deixar em paz. Ela volta pros amigos dela e eu tento retornar ao meu estado de tranquilidade e ler meu livrinho. Daí pra frente começou a desandar, toda vez que era conveniente os amigos dela traziam o assunto pra todos de como eu era cusão que deu um fora na amiga deles e empurrou ela; Atividade em grupo? "Não faz com o⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ não em que ele deu um fora empurrou minha amiga" Ed. Física? "Cuidado com o ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ele gosta de empurrar" Muito engraçado porém pra mim não foi um grande problema por que eu decidi que não ia me incomodar com isso. E então chega aquela semana onde paralisaram as aulas pela primeira vez e todos os professores decidiram passar trabalhos para os alunos fazerem em casa,eu tinha fotos e anotações de todos eles no meu celular porém como sou alguma espécie de clean freak moderno e constantemente formato meu mini-aparelhinho computadorizado acabei me esquecendo de salvar esses arquivos tão vitais para minha vida escolar, mas ainda havia esperança, o grupo da sala que estava mofando a algum tempo no canto de grupos silenciados.Bom jovem moderno procrastinador que sou e também por que esqueci da existência dos trabalhos, faltando uma semana e alguns dias pra data de entrega dos trabalhos abro o grupo e envio: "Alguém poderia me passar os trabalhos por favor? Acabei perdendo aqui". Ai o maluco me manda: "Olha só ele fala" e a outra menina: "Eu até te passaria se vc não fosse um arrombado" e então eles começam a falar sobre mim eu só fecho e grupo e deixo ele lá no canto já não tinha esperança de que ia conseguir esse trabalho mesmo como infelizmente estava em casa e não tinha contato com nenhum professor. Chegou outra onda de trabalhos um tempo depois e os arrombados fizeram questão de me kickar do grupo, mandar os trabalhos e me adicionar de novo e também tentam criar essa imagem para os outros que eu sou um arrombado. Fast Foward pra hoje já perdi 3 trabalhos de cada matéria algumas apostilas e tudo que há de bom. Isso tem rondado a minha cabeça pois estou preocupado com as minhas notas, pelo menos minha escola vai aderir ao google classroom em breve e acho que não terei mais problemas com isso. Eu não ligo muito pro que pensam de mim mas porra, minhas notas né velho.
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2020.02.11 04:14 jcc001 Eu transei e só fez piorar as coisas

Bem, olá
Eu sempre tive dúvidas sobre minha sexualidade, via algumas pessoas do meio dizendo que não era necessário me rotular, e eu até concordava com elas, porém eu me definia como bissexual.
Durante os primeiros anos da minha adolescência, via meus amigos (tinha héteros e gays) tendo suas relações sexuais e amorosas, e eu apenas com a inveja e a ''mão amiga'' de companhia, nunca conseguia ter uma relação com um cara ou com uma garota, apesar de sempre estar utilizando os aplicativos de paquera, eu sentia/sinto muito medo de me encontrar com uma pessoa que nunca tinha visto pessoalmente, e a minha timidez/ansiedade não me ajudam muito nesse caso.
Bem, passa o meu período de ensino médio, sempre acreditando que sou um cara bi que não arranjei a pessoa certa (bem HIMYM mesmo), sendo uma pessoa mais reclusa e que sempre vivia mais no virtual do que no real, e sim, sei que isso foi um erro.
Chegou o final do ano passado e pensei: Foda-se, preciso me conhecer!. Comecei a me aprofundar nesses aplicativos, principalmente no Grindr, pois é mais fácil de conseguir bater papo com homem mais velho do que com mulheres mais velhas, pelo menos pra mim, e consegui um encontro ou outro. Nesse meio tempo, eu ficava com algumas garotas em festas, mas não passava de beijos até que rápidos.
Na semana passada, saí pela primeira vez com um cara do Scruff, e eu já consegui conversar mais com ele, nos beijamos e rolou sexo oral. Eu curti muito, e com certeza gostaria de fazer de novo, porém, desde esse dia, eu estou bastante pensativo com essa situação criada pela minha mente nem sempre tão lúcida: eu não vejo mais tesão em nenhuma garota, nem vontade de beijar elas, e isso tá me estranhando demais, pois apesar de sempre flertar mais com homens, nunca deixei de flertar ou me sentir atraído pelo sexo oposto, até agora.
Simplesmente não sei lidar com isso, e quem me ajudar ficarei grato (ainda mais se leu esse textão todo)
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2019.08.11 19:52 Fischer320 Fobia social absurda: estou sem saídas.

*Texto bem longo à frente (escrito em 11/08/2019)*
-> Oi, me chamo Fischer, moro no sudeste, tenho 24 anos e venho descrever parte de um enorme problema pelo qual passo e, ao final, *propor algo bastante ambicioso para alguém em situação análoga.*
Já digo, de antemão, que muitos se irritarão com meu jeito de ser ou de pensar. Desculpe ser rude, mas eu não quero conselhos ou sugestões de como agir, não vão adiantar comigo: meu caso é ridiculamente complicado. Considero-me, no entanto, uma pessoa honesta e desejo de forma legítima e apaixonada o bem para a humanidade.
*Um pouco sobre mim:*
Pense em alguém com uma fobia/ansiedade social extrema. Multiplique a intensidade do caso por 2. Este sou eu. É difícil até de imaginar. Eu não possuo um amigo sequer. Nenhum mesmo. Não há ninguém com quem eu converso. Ninguém. Nem na realidade, nem na internet.
Nos últimos meses isso está me afetando de forma brutal porque estou sendo obrigado a ficar exposto a situações sociais horríveis por conta da faculdade. Às vezes, durante as aulas, chego a pensar se a morte não seria uma solução e meus olhos se enchem de lágrimas, pois eu não quero me abdicar das minhas ambições e experiências boas pelas quais ainda quero passar.
Nunca nem cheguei perto de beijar uma garota em 24 anos de existência. Não lembro nem da última vez que encostei numa garota, e olha que eu não sou feio, embora minha autoestima seja baixíssima. Não sei falar com caras jovens. Não sei falar com caras mais velhos. Não consigo desenvolver papo algum. Não tenho domínio da variante linguística usada pelos jovens para se comunicar, isto é, não sei usar de forma natural termos como "rolê" ou outras gírias jovens como "se liga" ou "massa". Nunca fumei nem bebi nada alcoólico, creio que no máximo uns 10 goles de cerveja em 24 anos de vida.
Entre as aulas da faculdade, há intervalos de 25 minutos. É o meu terror. Quase sempre todos saem da sala com seus respectivos grupos e vão tomar um café ou comprar um salgado na cantina, ou então ficam em pé em cantos da sala com sua turminha conversando aleatoriedades. Eu continuo sentado na minha cadeira, fingindo que leio algo ou então que mexo no celular. Ser observado sozinho e ser encarado como esquisito ou antipático é algo que me dói profundamente. Durante esses intervalos, eu finjo, muitas vezes, que durmo, esperando essa pequena eternidade passar e o próximo professor entrar logo na sala de aula; outras vezes, dirijo-me até o banheiro e fico o máximo de tempo possível trancado no box (uns 6 minutos), esperando o intervalo infinito acabar. Depois, lavo as mãos umas 3 vezes de maneira bastante vagarosa (uns 3 minutos), e fico olhando no espelho para o meu semblante de humano totalmente impotente e deslocado da normalidade da vida.
Ainda em relação aos intervalos: eu queria poder ir até a cantina e comprar uma coxinha, parar por lá, escolher os sabores, comprar uma, e comê-la. Mas qual seria o pré-requisito para fazer essa simples tarefa? É basicamente este: ter um amigo, ser sociável e, sobretudo, não ser eu. Se eu ousasse a fazer isso sozinho, eu compraria a coxinha e depois eu faria o que com ela? Ficaria comendo a maldita coxinha olhando pra parede? Ficaria comendo a coxinha sentado na minha cadeira olhando fixamente para o horizonte? A coxinha seria interminável. Nesse caso, eu preferiria ficar trancado por alguns minutos no box do banheiro até que o professor voltasse à sala de aula mesmo.
Sobre trabalhos em grupo, prefiro não comentar, mas, em suma, reprovei matérias consideradas muito fáceis por causa deles. Preferi pagar quase 1500 reais em provas de recuperação para não ter de passar por alguns deles. Meu desempenho acadêmico é prejudicado em função do meu jeito de ser. Faço medicina em uma faculdade particular (com bolsa quase totalmente integral) e as provas de recuperação ou repetição de matérias custam um preço exorbitante. Sinto que a qualquer momento não conseguirei mais arcar com os custos.
Meu apreço pelas ciências e educação, pela medicina, e pelo universo é enorme. Isso talvez me motive a continuar vivo. Eu vejo um futuro promissor para a humanidade. Eu acredito piamente nisso. Mas sinto que não conseguirei chegar vivo até lá. Talvez os vermes que primeiro roerem as frias carnes de meu cadáver consigam desfrutar de um mundo mais justo.
Eu não consigo gostar de nada que as pessoas fazem, incluindo as da minha sala. Falam o tempo todo em festas, em "rolês", usam demasiados termos "sexuais" sem qualquer pudor, usam muito o termo "pt", que, há pouco tempo, descobri que significa "perda total", para designar quando ficam desacordados por efeito de bebidas alcoólicas. Definitivamente, não gosto da forma de agir dos jovens. Nem da dos adultos.
Não gosto da cultura brasileira. Não gosto de futebol, de novela, de feijão, de samba, de pagode, axé, sertanejo, funk, odeio carnaval, festas no geral, não gosto do estilo de roupa usado pelas pessoas médias brasileiras. Odeio álcool, bem como o "jeitinho brasileiro". Odeio totalmente a falta extrema de pontualidade do povo brasileiro.
Sou um weeb, um hikikomori forçado a ir à faculdade. Provável que só saio dela morto. Estou preso nessa rotina. Não tenho mais opções. Já desisti de 2 duas engenharias anteriormente (elétrica e civil) e, agora, não há mais volta. Não sei o que fazer. Meus olhos se enchem de lágrimas ao escrever isso. É triste. Eu pareço não ter sentimentos pelo teor duro do texto, mas sou bastante sensível.
Para vocês terem ideia, no ensino médio quase ninguém sabia meu nome. Eu ficava sentado no fundão extremo da sala, com fones de ouvido SEMPRE que o professor não estava em sala. Se somar o meu tempo de fala durante o "terceirão" inteiro certamente não passa de 10 minutos. E note que eu ficava na escola das 7h da manhã às 20h da noite e, durante a maioria dos dias letivos, eu voltava para meu apartamento sem ter dito uma palavra sequer.
Eu gosto de ficar sozinho. Não gosto de multidões. Prefiro observar tudo de longe, de analisar minuciosamente meu arredor. Mas eu gostaria também de uma pessoa em quem eu possa confiar, que seja companheira, carinhosa, que cuide de mim, que se importe comigo. Uma pessoa cuja presença ou existência me concedesse a confiança para ir até à cantina naqueles intervalos infernais e comprar uma coxinha de calabresa (famosa na faculdade), e conseguir de fato desfrutar dela. Seria como um anjo da guarda. Antes de dormir eu idealizo essa pessoa na minha mente e imagino que ela me acompanha nos intervalos da faculdade. Eu imagino que essa pessoa me dá forças para ser alguém minimamente normal. Eu queria poder ir com ela a uma feira, comprar frutas de que gosto. Queria ir a um shopping, escolher roupas interessantes. Assistir a um filme junto com ela. Conversar com ela sobre assuntos aleatórios.
Sou uma pessoa que simplesmente não tem direito à vida, à amizade, à aventura, à descoberta do novo. Tudo que acontece parece ser exterior a mim. Minha orientação geográfica é um lixo. Eu não sei nomes de ruas, não consigo voltar para casa sozinho sem auxílio do Google Maps, não sei quando é que o ônibus vai parar no meu ponto, mesmo morando e estudando nesta cidade estúpida há mais de 20 anos. Eu nunca consigo lembrar dos prédios famosos que ficam nos entornos da faculdade ou do meu apartamento. Eu me perco dentro da própria faculdade. Parece que nem o elevador eu consigo usar direito. Me sinto sozinho, literal e metaforicamente perdido na vida.
Acordar hoje e lembrar que eu estou dentro dessa realidade é assustador. Eu vivo num pesadelo infindável. NINGUÉM MERECE SER EU, VELHO. Que droga, cara... Sempre que eu acordo eu sou agredido pela realidade, é pior do que levar um soco na cara todas as manhãs.
Depois eu preciso, urgentemente, melhorar a expressividade deste texto, bem como traduzi-lo para o inglês, mas no momento estou sem tempo, então escrevi subitamente.
*Minha proposta é a seguinte:*
Alguém que é TÃO fodido socialmente quanto eu quer vir morar comigo? Eu preciso de alguém que vá aos intervalos da faculdade comigo. Preciso de um anjo da guarda. Não aguento mais ser eu. Quero ter alguém pra ir na padaria, na farmácia comigo. Que viaje para a Europa comigo, que explore o mundo comigo. Preciso de uma pessoa que me ajude de forma maternal, que cuide de mim, eu sou fraco socialmente e sozinho não consigo fazer muito. *Alguém que entenda que eu NÃO quero mais ninguém a não ser essa pessoa maternal*. Conversar quase que exclusivamente com ela.
Alguma garota fofa e com ~GRANDE~ fobia social quer vir morar comigo? Alguma garota que goste muito de ciências, estudos, de jogar vídeo game ou então que seja BASTANTE compreensiva e carinhosa quer vir morar comigo? (não quero uma namorada; apenas um "anjo da guarda" que me acompanhe mesmo).
Ou então um cara que tenha uma fobia social do meu nível (infelizmente, acho que deve ser praticamente impossível achar alguém tão fodido desse jeito) quer vir morar comigo, ser meu amigo, me ajudar nos intervalos da faculdade? Tenho espaço de sobra aqui.
Alguma pessoa MUITO, mas MUITO tímida mesmo quer tentar traçar uma jornada comigo?
Preciso de alguém com quem construir coisas. Várias coisas. Ganhar dinheiro, aprender línguas, ajudar-se de forma verdadeira e sem hipocrisia, alguém para poder abraçar e dizer o quanto ela é importante.
Acho que por enquanto é só. Vou estudar. Tchau
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2018.10.04 07:49 seth_br Você gosta de histórias?

Se curte uma história curta de um garoto de uns 16 anos, talvez você esteja no lugar certo, eu não sou um bom escritor mas adoro escrever, vou tentar deixar toda a minha vida o mais claro e mais visível na mente de vocês possível.
Imaginem uma pessoa quieta, bem quieta mesmo, não conseguia nem abrir o bico para falar um simples "oi" para alguns parentes próximos, pois é, essa criança já viveu dentro de mim, por mais que vivesse quieto tinha uma imaginação bem grande mesmo, tipo sonhava com tudo o que via, queria ser muitas coisas, principalmente o Homem-Aranha foi o primeiro filme que assisti, aquele com o Tobey Maguire, gravado em uma fita cassete, puta merda eu assistia aquilo o dia inteiro, quem gravou na fita cassete essa obra prima foi meu avô mas aqui é muito pouco para eu poder contar sobre esse homem incrível, deixa para próxima.
Até aqui é uma vida maravilhosa cara mas as coisas começaram a mudar um pouco mais para frente com o passar dos anos, na 5° série apareceu a matéria educação física, maravilhoso não? Bom... não para mim, eu sempre fui o último ou um dos últimos a serem escolhidos na educação física, olha falando assim parece fácil mas eu lembro perfeitamente daqueles momentos, eles eram dolorosos me reduziam com muita força sobre o mundo, eu não sentia nem que eu era alguém que merecia estar naquele lugar, pois é cara... Se você tá aí com seus 12-15 anos não deixe de escolher alguém na educação física com frequência isso pode causar sérias consequências. Voltando então, na 5° série foi a época que o mundo começou a me f*der bastante, me sentia menos que todos os outros após isso mais ou menos na 7° série eu comecei a perceber como as coisas tinham mudado, minhas notas estavam ruim demais, eu era um péssimo atleta, me escondia em praticamente toda aula de educação física ( Estranho né? Haha) e eu pensava muito em uma coisa, a arte de colocar o seu órgão sexual em outro órgão sexual, acertou quem disse sexo, pois é eu estava com uns 12 anos e pouco e a arte de manusear a maçaneta era bem frequente, fazer o que? Hormônios a flor da pele.
Já da para observar o quanto foi destruído aquela vidinha boa né? Eu sei que problemas aparecem tanto escolares como também financeiros, porém estamos falando do psicológico, o meu não é mais o menos por conta de tudo que já aconteceu mas enfim vamos falar agora sobre a 8° série, as coisas se acalmaram, porém eu tinha uns 3 amigos no máximo, isso era um pouco chato em alguns momentos mas tudo bem, não tem o que reclamar, os caras eram totalmente legais e sempre tivemos uma relação muito boa, o problema é que esses 3 amigos era bem vagabundos por que era repetentes que entraram na minha sala, e é como dizem por aí "más companhias" mas eu ria tanto com eles, eram as únicas pessoas que eu me sentia confortável que estava preso à isso, sem eles eu não era ninguém. Bom a 8° série e 9° série ( agora o ensino fundamental tem 9 anos caso você não saiba) foi resumido entre esses amigos e alguns colegas que não eram tão próximos, já que eu era o alvo de zoação deles, mas enfim então eu me formei mas eu queria algo melhor para mim não queria continuar na escola chata e pacata de sempre, então fiz um vestibulinho para uma escola com ensino médio e curso de informática juntos e... Passei
Olha tenho que admitir os primeiros meses do 1° ano do ensino médio, foi como se meu coração pudesse bater de novo, eu acordava todos os dias bem ansioso para ir para a escola, sempre estava acordado antes mesmo do despertador. Toda essa alegria brotava de inúmeras pessoas novas que eu havia conhecido, não só da minha sala como também das outras, sério foi extraordinário o que estava acontecendo ali era como mágica, estava mais emocionante que a minha infância.
Mas a felicidade minha não dura muito não, com o passar dos meses as coisas apodreceram um pouco, eu estava gostando de uma garota, chorava feito um resto de aborto em casa por causa de mulher, eu comecei à desenvolver a minha apreensão e medo das pessoas que não converso e então meus dias voltaram a ser os mesmos, passar algum tipo de vergonha, errar em alguma coisa e ficar se martelando pelo resto do dia, arrependimento e passei a fazer algo muito, muito, muito merda mesmo, eu comecei a basear minha felicidade em ver a garota na escola, hoje em dia falando parece que era frescura gostar dela mas eu sou uma pessoa que pensa tanto que ela na minha cabeça já estava muito além, já era algo que eu precisava mais do que uma cocaína para um morador da cracolândia, mas graças a Deus com o tempo essa vontade pela garota começou a deixar de existir, eu tinha interesse em outras mas não deu em nada. Eu não falei mas é bom falar, eu nunca beijei nenhuma garota na vida, assustador para você ? Bom, não sei mas para mim depois de tentar tanto de colocar na minha cabeça de que isso é normal acabei me convencendo, um rapaz de virgem e que nunca beijou de 16 anos é normal, assim penso. Bem a minha felicidade após ter deixado de gostar da menina já era algo vagante eu não tinha ela, não era feliz, às vezes sim, é até mesmo confuso para mim e me perdoem se eu me enrolar um pouco a partir daqui por que tudo o que eu vivo com o tempo se torna nebuloso em minha mente como se eu não devesse lembrar.
Eu acabei fazendo bastantes merdas no primeirão, comecei a beber mas tipo não todo dia só quando saía com meus amigos, como nunca tinha bebido passei várias vergonhas, tipo bastante mesmo, eu ficava bem louco, eu mereci isso, fui um idiota do c*#!lho, bebia apenas para remover de mim a barreira de anti socialização e pânico que tinha da maior parte das pessoas e também por que estava louco para beijar alguma garota, qualquer uma, é claro que não consegui nada. Nossa, agora que parei e pensei que não me descrevi, bom eu sou um pouco gordinho, bem pouco mesmo não é muita coisa não, sou branco mas por conta do meu pai ser negro eu tenho um cabelo crespo ou encaracolado sei lá não sei descrever e acho que é isso, talvez consigam me imaginar pelo menos um pouco, ah se você gosta de saber altura, eu tenho 1,72 não sou alto mas tô na média pelo menos.
Um ano se passa e eu vou para o 2° ano, yeah! Agora entrou novas pessoas na escola, estou cercado de gente interessante, mais que antes, está na hora de recomeçar, yeah de novo! Como sempre o começo foi legal conheci bastante gente mas com o tempo eu fiz a mesma merda e comecei a me distanciar novamente de algumas pessoas, algumas eram legais até, agora sobre amor nesse ano... Teve uma garota aí mas não foi grande coisa, graças a Deus. Mas em alguns meses eu fiz de novo a [email protected] de gostar de uma garota e ficar completamente obcecado, meu Deus será que isso é uma síndrome por que é o que parece, minhas notas não estão boas e nem ruins, talvez eu tenha me tornado mais vagabundo ainda, mas depois dessas coisas que passei eu sei até falar um pouco sobre como passar sobre algumas coisas... Mas ainda vivo perdido, eu temo todos que eu tenho vontade de amar ou gostar, eu não sou um bom atleta ainda e não participo da droga da educação física ( maldita educação física ) ou seja eu estava completamente querendo consertar tudo, voltar atrás, queria ser o Marty McFly e pegar o Delorean a fim de consertar o passado, mas como não sou o Marty, tudo o que eu poderia fazer era me lembrar o que houve comigo durante os anos então pensei em escrever algo e aqui estou eu.

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2018.08.01 06:32 Living_aint_easy Medo me fez esquecer como viver e ser feliz

Primeiramente, peço desculpas pelo muro de texto, tentei escrever de um jeito que tornasse a leitura gostosa mas pode ser que algumas partes tenham ficado confusas, especialmente porque é meio difícil pra mim revisar esse texto que foi bem complicado de escrever, me desculpem pela eventual confusão.
Tem um nem li, nem lerei no final pra quem estiver com preguiça e não te culpo por isso.
Não sei nem por onde começar com isso aqui, tem uns 8 anos que não me desabafo pra ninguém, é uma puta sina essa cultura de machão que vigorou por tanto tempo.
Acho que tenho depressão desde os 15 anos (tenho 21 agora).
Quando eu tinha 15 anos, nunca havia tido um relacionamento com garota alguma, me considerava feio, era tímido e não tinha muitos amigos. Mas aí eu entrei no ensino médio e conheci ela. Ah! E como ela era maravilhosa, passávamos horas a fio a conversar e o papo sempre muito bom, nos dávamos muito bem. Éramos ótimos amigos, melhores amigos.
Com o tempo, passávamos cada vez mais tempo juntos e não demorou muito as brincadeiras passaram a ser físicas também, até mordidas (:3) se tornaram rotina. O abraço era gostoso, seu cheiro era bom e tudo ia muito bem.
Fomos ao cinema. Lá, como de praxe, os afagos continuaram, assistimos ao filme abraçados, ela pegava na minha perna, eu na dela. Eu fazia piada, ela ria, e vice-versa. Que clima bom! Mas não tive coragem. Não a beijei. Não me declarei. "Como podia?! Éramos excelentes amigos, não podia eu arriscar um relacionamento tão bom como esse!" dizia meu cérebro, recordista em racionalidade.
Mas não tema, leitor. Ainda éramos amigos, ótimos amigos, melhores amigos. E, felizmente, fomos ao cinema de novo. Dessa vez, motivado pelo meu fracasso e pelo tempo que passei refletindo sobre a oportunidade perdida eu estava novamente determinado a mudar minha história. O dia chegou, o braço da poltrona foi rapidamente levantado e mais uma vez nos encontrávamos aconchegados um no abraço do outro. Mas meus planos se sucumbiram mais uma vez à racionalidade exagerada, também chamada medo. Não consegui. Eu. Não. Consegui. Não consegui superar limites impostos por mim mesmo, eu me derrotei. Passavam pela minha cabeça coisas como: "você é feio, ela não vai querer ficar com você; vocês são só amigos; porque arriscar a amizade?; você é bv, não vai saber beijar, vai dar merda; ela vai saber que você é bv; TODOS vão saber que você é bv."
E essa é a história de como perdi uma amiga, e uma potencial algo a mais. Depois disso, nos distanciamos. Ou melhor, eu me distanciei. Fiquei muito abalado depois do segundo fracasso e a depressão bateu forte, e pra acumular em cima disso, ela começou a ficar com um cara também. E assim, nossa amizade se deteriorou ao longo do resto do ano.
E desde então, não sou mais o mesmo. Como podem ver, não superei completamente esse fracasso e ainda me culpo muito por ele. Desde então, nunca fui tão próximo com uma garota e sinto que o meu ânimo, meu bom humor, enfim, minha personalidade como um todo sofreu um baque tremendo.
Naquela época, eu conseguia rir de tudo, era genuinamente feliz (muito em razão dela talvez, eu realmente sentia que estava próximo de dar um passo grande na minha vida, mas não consegui). Hoje em dia, vivo num estupor sem tamanho. Senti minha ansiedade aumentar exponencialmente ao longo desses 6 anos. Tenho planos, sabe? Quero procurar tratamento, ir no postinho, buscar um psicólogo ou psiquiatra na faixa (sou pobre), mas não consigo me motivar a tomar esse passo. Queria muito fazer academia, sou sedentário há uns bons 5 anos também, e eu sei dos benefícios que teria pro meu corpo e pra mente, mas não consigo. O mero pensamento de entrar numa academia sem saber que porra que é um supino e ter que me explicarem absolutamente tudo me torna repulso à ideia. Eu sei que é um pensamento idiota, mas a minha racionalidade não é tão racional assim.
E estudar? Meu amigo, como estudar é difícil! Preciso ler tantos livros e tenho um projeto de artigo pro final do mês e até agora não terminei de ler o primeiro livro. Sinto tão forte a dificuldade de viver (username checks out) que essas tarefas que são básicas e necessárias tanto pra minha sobrevivência agora, como estudante, quanto futura, como profissional se tornam quase que impossíveis de se completar. Mas não tema, leitor, sou um exímio procrastinador, no fim do mês terei meu projeto pronto, com certeza. Mas mesmo assim, com certeza não terá a qualidade que poderia ter.
Enfim, minha vida é um marasmo sem tamanho, não tenho muitos amigos. Meus dias consistem de acordar, lembrar que minha vida é uma merda, almoçar, estágio, faculdade, jantar, internet, maconha, punheta e cama. E repete.
Já ia me esquecendo, tem um agravante. Eu tenho um profundo medo de agulha (não entra uma em mim desde que tinha 8 anos. É, eu sei, irresponsável pra caralho). E a cereja do bolo: tenho acne. Fui no dermatologista e preciso tirar exame de sangue, pois provavelmente devo ter que tomar roacutan ou algo do tipo. Isso foi há 3 anos atrás. Até o momento, aceitei a acne como mais uma parte merda da minha vida. Esse medo paralisante de agulhas é uma merda, não me ajuda nenhum pouco.
Enfim, acho que o que dá pra extrair desse desabafo enorme (perdão =[) é que meu problema é o medo. Simplesmente não consigo superar o medo. Não consegui beijá-la, não consegui me expor, não consigo procurar ajuda, não consigo ir à academia, não consigo fazer o maldito exame de sangue. E com isso, o tempo vai passando e a tristeza se fortalecendo. Sei que é uma receita pro fracasso, mas, no momento, não consigo me ajudar.
Não sei exatamente qual o propósito desse desabafo, se é desabafar pelo desabafo, se é pra angariar forças pra lutar contra esses medos ou se é pra outra coisa. Mas agradeço muito ao espaço concedido e à comunidade atenciosa. Desejo do fundo do meu coração que todos vocês possam superar seja lá o que for que lhes afligem, e que tenham forças para passar por cima de qualquer empecilho que encontrem em suas trajetórias pela terra. Obrigado por me lerem.
NL;NL: Tenho medo, muito medo. E esse medo me impossibilita de buscar ajuda e melhorar minha condição, enfim, me impossibilita de viver a vida e ser feliz. E não sei como superar esse medo.
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